Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2006

A Vista da Janela

Por vezes achamos que a nossa vida não corre como desejamos e culpamos o destino...( Vá-se lá saber porquê! )
Esquecemo-nos que a vida é tudo aquilo que nós fazemos dela.</p>Podemos escollher o que semear, mas somos obrigados a colher o que plantamos....</p>Porque a vida é, sempre foi, e sempre será aquilo que nós a tornamos...</p> Um beijo para todos</p>

vista da janela.jpg</p>Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. </p>O quarto era bastante pequeno e havia uma janela que dava para o Mundo.
Um dos homens tinha, como parte do seu tratamento, autorização para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo que tinha a ver com a drenagem de fluido dos seus pulmões).

A sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar o seu tempo deitado de barriga para cima.

Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, ele passava o tempo a descrever o que via lá fora.

A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as arvores, e haviam flores, relva e jogos de futebol.
E ao fundo, por trás de uma fileira de árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.

O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isto, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre como uma criança que quase caiu no lago e como as miudas estavam bonitas nos seus vestidos de Verão.

As descrições do seu amigo eventualmente fizeram-no sentir que quase podia ver o que estava a acontecer lá fora.

Numa bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento:
"Por é que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava a acontecer?"
"Porque é que ele não podia ter esta oportunidade? "

Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança.
Faria qualquer coisa!

Numa noite, enquanto olhava para o tecto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocado,as suas mãos procuravam o botão que faria a enfermeira vir a correr.
Mas ele observou sem se mexer, até mesmo quando o som de respiração parou.

De manhã, a enfermeira encontrou o outro homem morto e silenciosamente, levou o seu corpo.

Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela.
Colocaram-no lá, aconchegaram-no sob os cobertores e fizeram com que se sentisse bastante confortável.

No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre o cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, olhou para fora da janela e...

Viu apenas um muro...
publicado por Gina Geadas às 18:16
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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006

O Julgamento

Quantas vezes digo a mim mesma que por mais difícil que seja uma situação, não posso deixar de acreditar até o último momento... e que para qualquer problema há sempre uma saída.</p>Por isso... não desistam, não se deixem derrotar. </p>
Persistam, vão sempre em frente apesar de tudo e de todos, creiam que podem conseguir!!</p>Se voces acreditarem nisso,conseguirão superar as vossas limitações... </p> Um beijo para todos
</p>


julgamento.jpg</p>
Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas possibilidades de sair vivo do julgamento, temendo o resultado
- A FORCA.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento injusto, fazendo uma proposta ao acusado que provasse a sua inocência.

Disse o juiz:
"Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar a tua sorte nas mãos de Deus: vou escrever num pequeno papel a palavra INOCENTE e no outro papel a palavra CULPADO. Sortearás um dos papéis, e aquele que sair, será o veredicto e assim Deus decidirá o teu destino."

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia qualquer possibilidade do acusado se livrar da forca.

Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis numa mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a "vibração", aproximou-se confiante da mesa, pegou num dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e engoliu-o.

Os presentes no julgamento reagiram surpresos e indignados com a actitude do homem.

-"Mas o que fizeste? E agora? Como vamos saber qual é o teu veredicto?"

- "É muito fácil" - respondeu o homem.

- "Basta olhar o outro papel que sobrou e saberemos que acabei de engolir o contrário."

Imediatamente o homem foi libertado...
publicado por Gina Geadas às 12:50
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