Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

Olá Jesus! É o Zé!

Não importa o tamanho da Oração, e sim a comunhão que por meio dela, temos com Deus!
Um beijo para todos...



jesus chegou.jpg

Ao meio-dia, um pobre velho entrava numa Igreja e, poucos minutos depois, saía.
Um dia, o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objectos de valor na Igreja.
- Venho orar, respondeu o velho.
- Mas é estranho que você consiga orar tão depressa! - disse o sacristão.
- Bem, retrucou o velho, eu não sei recitar aquelas orações compridas.
Mas, diariamente, ao meio-dia eu entro nesta Igreja e só falo:
"Oi, Jesus! É o Zé!"
E em um minuto, já estou de saída.
É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza de que Ele me ouve.
Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes tornaram-se alegres, e muitas pessoas arrasadas passaram a ser ouvidas.
Disse-lhe, um dia, a Irmã:
- Os outros doentes falam que foi você que mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem
que você está sempre tão alegre...
- É verdade, Irmã, estou sempre alegre. É por causa daquela visita que recebo todos os dias, trazendo-me felicidade.
A Irmã ficou atônita. Já notara que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Ele era um velho solitário.
- Que visita? A que horas?
- Diariamente, ao meio-dia - respondeu o Zé, com brilhos nos olhos. Ele vem, fica ao pé da cama. Quando olho para Ele, sorri e diz:
"Olá Zé! É o Jesus"
publicado por Gina Geadas às 18:18
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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006

A Balança

"Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança no gênero humano."</p> Um beijo para todos...</p>

balanca.jpg

Um menino andava sempre á briga com os seus companheiros de brinquadeira. E voltava para casa lamuriando e queixando-se deles. Isto ocorria, as mais das vezes, com Beto, o seu melhor amigo.

Um dia, correu para casa e procurou a mãe para queixar-se do Beto ela ouviu-o e disse-lhe o seguinte:

- Vai buscar uma balança e os blocos.

- Mas, o que tem isso a ver com Beto?

- Já vais ver... Vamos fazer uma brincadeira.

- Obedeceu e trouxe a balança e os blocos. Então ela disse:

- Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conta-me quais são.

- Foi relacionando-os e um certo número de blocos foram empilhados daquele lado.

- Não tens nada mais a dizer? O menino não tinha e ela propôs:

- Então vais, agora enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança.

O menino hesitou, porém a mãe animou-o dizendo:

- Ele não te deixa andar na sua bicicleta? Não divide um doce contigo?

O menino concordou e passou a mencionar o que havia de bom no caracter do seu amiguinho. Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente ele percebeu que a balança oscilava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.

O menino deu uma gargalhada e mãe observou:

- Tu gostas do Beto e ficaste alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme tu mesmo vais verificar ao longo da tua vida...
publicado por Gina Geadas às 09:18
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