Quinta-feira, 12 de Outubro de 2006

empresa

Era manhã de mais um dia de trabalho. Um dia que parecia ser igual a todos os outros dias - isso para quem adora criar monotonias em sua própria vida.

Os funcionários chegaram na empresa do mesmo jeito que chegavam todos os dias, mas já na entrada algo os surpreendeu.

Encontraram um cartaz na portaria dizendo: "faleceu ontem a pessoa que impedia o crescimento da empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes."

No início todos se entristeceram com a morte de alguém, mas, depois de algum tempo, ficaram bastante curiosos em saber quem havia morrido.

Quem estava bloqueando o crescimento da empresa?

A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.

Então, conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava: "quem será que estava atrapalhando o meu progresso?" - diziam uns. "com certeza alguém envolvido em algum desvio de dinheiro!" - diziam outros.

"Ainda bem que este infeliz se foi!" - esbravejavam.

Assim, um a um, os funcionários agitados aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam em seco.

Ficavam em silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.

Pois bem, no visor do caixão havia um espelho... E cada um via a si mesmo...

A lição da diretoria da empresa foi clara:

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: você mesmo!

Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.

Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida e, você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

Sua vida não muda quando seu chefe muda, quando sua empresa muda, quando seus pais, filhos, mudam: ela se modifica quando você mesmo muda.

Você é o único responsável por ela, e o único que prestará contas dela

...........................

O ser humano ainda espera demais por soluções e acontecimentos exteriores.

Confundimos fé, esperança, com inatividade e preguiça.

Confundimos pacifismo com passividade.

Confundimos justiça com vingança.

É tempo de acordar e perceber que estamos no comando de nossa própria embarcação, e decidimos através do livre-arbítrio, os rumos de nossa viagem

pelos mares do crescimento, da evolução.

Decidimos se chegaremos logo aos destinos, ou se permaneceremos por muito tempo à deriva.

Decidimos se manteremos o olhar no horizonte, e os ouvidos encantados pelo som do mar, ou se nos deixaremos seduzir pelo canto perigoso das sereias destas distrações do caminho que buscam nos fazer afundar, vestindo-se com trajes belos apenas.

Somos nós que decidimos o momento de perdoar.

Somos nós que decidimos o momento de começar a amar.

O amor não nos escolhe... Nós escolhemos o amor.
publicado por Gina Geadas às 23:31
link do post | comentar | favorito

Sobre Mim...

pesquisar

 

Silêncios Recentes

familia

amo-te?

3 passarinhos

...

O Diamante

Par de Asas

Para-Olimpíadas

Uma marca na tábua

Quero ser um televisor...

O Colar

empresa

A Sabedoria da Borbole...

Silêncios Arquivados

Setembro 2017

Abril 2017

Março 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

blogs SAPO

subscrever feeds